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A Urologia é provavelmente a subespecialidade médica com a mais ampla área de atuação.
Envolve o tratamento de pacientes de ambos sexos e de qualquer idade, desde fetos até idosos.

O médico Dr. Marcelo Bento Linhares, CRM-SP 124.996


O Dr. Marcelo Linhares é graduado pela Faculdade de Medicina da USP. Fez residência Médica em Cirurgia Geral pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, e residência Médica em Urologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Estagiou em Cirurgia Robótica no Boston Children’s Hospital, da Harvard Medical School. É Médico da Divisão de Clínica Urológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Médico Assistente do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo- ICESP, é membro da Sociedade Brasileira de Urologia e também membro da Equipe de Cirurgia da UPA do Hospital Israelita Albert Einstein.

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O Urologista tem capacidade de tratar clinicamente ou cirurgicamente as doenças que afetam qualquer órgão do sistema gênito-urinário masculino ou feminino.

A função do Urologista
por marcelo Linhares


Muitas pessoas nunca procuraram um Urologista por desconhecer o que este profissional faz. A Urologia é provavelmente a subespecialidade médica com a mais ampla área de atuação. Envolve o tratamento de pacientes de ambos sexos e de qualquer idade, desde fetos até idosos. O Urologista tem capacidade de tratar clinicamente ou cirurgicamente as doenças que afetam qualquer órgão do sistema gênito-urinário masculino ou feminino.

Quais são os principais órgãos tratados pelo Urologista? Quais os principais tipos de doenças podem acometê-los?

Escroto - Torção de testículo, orquite, orquiepidimite, varicocele, hidrocele, tumores benignos, câncer, infertilidade, criptorquidia, testículos ectópicos, disgenesia gonadal.

Pênis - Fimose, parafimose, condiloma (infecção por HPV), doenças venéreas DST’s), impotência, doença de Peyronie (“pênis torto”), balano-postites (inflamações), câncer de pênis, pênis embutido, micropênis, mal-formações, trauma.

Uretra - Estenose de uretra, uretrite, válvulas de uretra, cálculo de uretra, divertículo de uretra, câncer de uretra, trauma.

Bexiga - Cistites (diversos tipos), câncer de bexiga, bexiga neurogênica, bexiga hiperativa, incontinência urinária, cálculos de bexiga, mal-formações (extrofia vesical), divertículos de bexiga, bexiga contraída, trauma.

Ureter - Cálculo de ureter, estenose de ureter, refluxo vesico-ureteral, câncer de ureter, duplicidade de ureter, mal-formações, megaureter.

Rins - Cálculo renal, infecções, mal-formações, câncer de rim, tumores benignos, cistos, estenose de JUP, insuficiência renal (transplante renal), trauma renal

Adrenais (glândulas supra-renais) - Tumores benignos, câncer, infecções.

Próstata - Hiperplasia prostática benigna, prostatite, câncer de próstata.

O Urologista tem capacidade de tratar clinicamente ou cirurgicamente as doenças que afetam qualquer órgão do sistema gênito-urinário masculino ou feminino.

Devo procurar um Urologista? Conheça os principais sintomas de doenças urológicas.
por marcelo Linhares


DORES

Dor abdominal - Existem muitas doenças Urológicas que se manifestam através de dor abdominal. Dentre as mais comuns, podemos citar cálculos urinários (ou “pedras”, que podem se localizar nos rins, ureteres ou bexiga), tumores benignos ou malignos, infecções, mal-formações e diversas outras. Quando a dor é muito característica, por vezes é possível um diagnóstico apenas com a história relatada pelo paciente; porém na maioria das vezes é necessário algum exame de imagem para se chegar a um diagnóstico preciso.

Dor lombar - Dor nas costas é na maioria das vezes de origem muscular (dor músculo-esquelética). Porém, é também o sintoma mais comum de cálculo renal (“pedra nos rins”). Diversas outras doenças Urológicas também podem causar dor lombar, como a infecção renal (pielonefrite), estenose de JUP e tumores renais.

Dor testicular - A dor pode ser por um problema no testículo ou no epidídimo, um pequeno órgão adjacente ao testículo. Toda dor testicular deve ser prontamente investigada, pois pode tratar-se de torção testicular, uma emergência Urológica. Outras causas de dor em escroto são: oquiepidimites (inflamações nos testículos e/ou epidídimos), tumores testiculares, cistos de epidídimo, varicocele, hidrocele, entre outros. Além disso, existem doenças em outros órgãos, longe do escroto, que podem manifestar-se através de dor nos testículos. É a chamada “dor irradiada”, e o principal exemplo é a dor do cálculo renal, que pode causar dor nos testículos.

Dor no pênis - Geralmente é devido a uma inflamação na bexiga ou uretra. Se a dor ocorre quando o pênis está ereto, pode tratar-se de um quadro de priapismo ou de doença de Peyronie.

SINTOMAS URINÁRIOS

Diminuição do jato urinário - O “jato fraco” é uma queixa muito comum em homens, e geralmente é causada pelo aumento da próstata. Pode ser também causada, mais raramente, pela estenose (estreitamento) da uretra ou por problemas na bexiga. Como essa diminuição na força do jato é progressiva, muitos pacientes não percebem essa diminuição no jato até que estejam urinando em “gotas”.

Disúria - É a dor ao urinar. A dor costuma ser referida na uretra, ou seja, no ”canal “da urina. Geralmente é causada por infecção ou inflamação, na uretra, na próstata ou na bexiga, mas pode ser também causada por aumento prostático. Em mulheres, é o principal sintoma de cistite (inflamação da bexiga).

Freqüência urinária - É o aumento do número de vezes que alguém urina por dia. A pessoa reclama que vai ao banheiro o ”tempo todo”. É importante diferenciar se a pessoa está urinando muito porque está produzindo muita urina (seja por diabetes, seja por ingesta excessiva de líquidos) ou se é porque a bexiga não está conseguindo armazenar a quantidade de urina que deveria, ou seja, se a bexiga está tendo que ser esvaziada ”antes da hora.” Este pode ser um sintoma de aumento da próstata, infecção urinária, irritação da bexiga, compressão da bexiga por outros órgãos, ou até mesmo ansiedade.

Gotejamento pós-miccional - Muitos pacientes reclamam que após o fim da micção, continuam a perder algumas gotas de urina. Este é, muitas vezes, um dos primeiros sintomas de doença prostática.

Hematúria - É a presença de sangue na urina. Pode ser visível a olho nú ou apenas no microscópio. Hematúria não deve nunca ser ignorada, pois pode ser um sintoma de algum câncer urológico. Dentre as principais causas de hematúria, incluem-se infecções urinárias, inflamações na bexiga ou próstata e tumores malignos do trato urinário (principalmente câncer de bexiga)

Hesitação urinária - É uma demora para começar a urinar. É um dos sintomas que podem estar presentes nos casos de aumento prostático.

Incontinência urinária - É a perda involuntária de urina. Existem várias causas, e um bom Urologista consegue diagnosticar o tipo de incontinência na maioria das vezes apenas com uma boa história. Em mulheres, a principal causa é a incontinência urinária de esforço (perde urina quando faz algum esforço abdominal, como uma tosse ou um espirro). Em homens, é muito comum em doença prostática. Doenças neurológicas, como doença de Parkinson, também podem levar a incontinência urinária em homens e mulheres.

Intermitência urinária - É quando a micção começa e pára de forma involuntária (ou intermitente). A principal causa é obstrução causada pelo aumento prostático benigno.

Noctúria - É o aumento do número de vezes que o paciente acorda a noite para urinar. Pode ser causada por aumento da produção de urina (diabetes, excesso de ingesta hídrica, e outras causas), ou por algum problema na bexiga ou na próstata. Há pacientes com aumento da próstata que chegam a urinar mais de 5 vezes por noite.

Retenção urinária - É a incapacidade de urinar, mesmo com a bexiga cheia de urina. Costuma causar muita dor abdominal, levando os pacientes ao pronto-socorros. A principal causa em mulheres é infecção urinária, e em homens é doença prostática.

SINTOMAS SEXUAIS

Ausência de ejaculação - Alguns pacientes referem que apesar de chegarem até o orgasmo, não eliminam nenhum esperma, ou eliminam em pequena quantidade. Existem diversas causas para isso, sendo as principais: deficiência de andrógenos (hormônios masculinos), denervação do sistema nervoso simpático, cirurgia na bexiga ou próstata, ou uso de medicamentos (como alguns anti-gripais). O esperma pode não estar sendo produzido adequadamente (e por isso não é eliminado), ou pode estar sendo produzido e está refluindo para a bexiga ao invés de eliminado (é a chamada Ejaculação Retrógrada, comum em diabéticos).

Ausência de orgasmo (anorgasmia) - Geralmente é psicogênica ou causada por medicações, porém pode ser devido a alterações da inervação do pênis.

Corrimento uretral - O sinal mais comum de uma doença venerea é a corrimento uretral, ou saída de secreção (às vezes purulenta) pelo pênis. Mais raramente, o corrimento pode ser um sintoma de câncer de uretra, principalmente quando tem sangue presente no corrimento.

Ejaculação precoce - Muitos homens queixam-se de atingirem o orgasmo de forma muito rápida, às vezes com até 2 minutos após o início da relação sexual. O problema é quase sempre psicogênico e tratado com algumas orientações e mudanças na técnica sexual. Quando isso não funciona, é possível o tratamento medicamentoso.

Hemospermia - É a presença de sangue no esperma. Quase sempre trata-se de uma inflamação na próstata ou vesículas seminais, e costuma resolver espontaneamente dentro de algumas semanas. Porém, quando persistente, é importante a availação de um Urologista, pois, ainda que raramente, a hematospermia pode ser um sintoma de uma doença mais grave, como o câncer de próstata.

Impotência - É a incapacidade de conseguir obter e manter uma ereção suficiente para uma relação sexual. A causa pode ser uma doença orgânica ou pode ser psicogênica; uma boa avaliação Urológica pode fazer a diferenciação na maioria das vezes.

Manchas no pênis - São comuns, e em geral são causadas por inflamações ou infecções da glande ou do prepúcio (pele que recobre a glande). Geralmente o tratamento é com pomadas, e cada tipo de infecção requer um tipo específico de pomada. Pode ser um sintoma de doença sexualtmente transmissível (DST), e nesses casos geralmente o tratamento é realizado com antibióticos de uso oral.

Verrugas penianas - Conhecidas popularmente como “cristas de galo”. É a manifestação da infecção pelo vírus HPV, um vírus transmitido através da relação sexual.

Perda de Libido - A libido é muito influenciada pelos andrógenos (hormônios masculinos). A diminuição de libido pode ser causada por uma deficiência destes hormônios. Pode ser causada também por Depressão ou outras doenças que afetem o bem-estar dos pacientes.

Existem muitas doenças Urológicas que se manifestam através de dor abdominal.
Dentre as mais comuns, podemos citar cálculos urinários (ou “pedras”, que podem se localizar nos rins, ureteres ou bexiga), tumores benignos ou malignos, infecções, mal-formações e diversas outras.

Fimose - É preciso operar?
por marcelo Linhares


Fimose é a incapacidade de expor a glande (“cabeça”) do pênis de maneira adequada. Ao nascimento, isso é normal, pois existem aderências entre a glande e o prepúcio (a pele do pênis que recobre a glande). Com o crescimento da criança, o prepúcio fica cada vez mais retrátil, expondo cada vez mais a glande, sendo que com 3 a 4 anos de idade, a maioria das crianças já tem o prepúcio completamente retrátil. Em outras palavras, a fimose “cura”, sem nenhum tratamento. Porém, quando os pais fazem a retração forçada do prepúcio, pode ocorrer a formação de uma cicatriz circular no prepúcio, dificultando ainda mais a exposição da glande.

Nesses casos, o problema dificilmente se resolve sem cirurgia.

Mas é preciso operar? Por quê? A cirurgia para correção de fimose é chamada Postectomia (ou Circuncisão), e é realizada há mais de 6000 anos por diversos motivos, como religiosos, culturais, e até higiênicos. O principal problema da fimose é que não havendo uma boa exposição da glande, não é possível sua higienização adequada. Com isso, há um maior risco de infecção da glande e do prepúcio, de infecção urinária, há um aumento da chance de transmissão do vírus HIV e aumento de chance de câncer de pênis.

O objetivo do tratamento é tornar a glande exposta para a higiene. A cirurgia é realizada na maioria das vezes com anestesia local, e a recuperação é rápida. No entanto, não deve ser indicada de rotina para todos pacientes com fimose. A cirurgia tem seus riscos, e o Urologista tem o papel de discutir com a família os riscos e os benefícios desse procedimento.

Além da cirurgia, existem tratamentos com pomadas que permitem aumentar a retratibilidade do prepúcio, podendo evitar a cirurgia em muitos casos.

A cirurgia para correção de fimose é chamada Postectomia (ou Circuncisão), e é realizada há mais de 6000 anos por diversos motivos, como religiosos, culturais, e até higiênicos.

Dor nas costas- será que é cólica renal?
por marcelo Linhares


Quase todo mundo já experimentou, ou experimentará ao longo da vida, algum episódio de dor lombar (lombalgia). É um sintoma tão comum que muitas pessoas não dão a importância devida a este problema.

Na maioria das vezes, a dor é da causa muscular (é a chamada dor músculo-esquelética). Em muitos casos, o médico consegue diagnosticar a origem da dor apenas com a história relatada pelo paciente, associada ao exame físico. Porém nem sempre isso é possível, e frequentemente há a necessidade da realização de algum exame para o diagnóstico mais preciso.

Cólica renal é a dor causada geralmente pela presença de pedra (cálculo) no rim ou ureter. Alguns sintomas ajudam a diferenciar se a dor é muscular ou se é cólica renal. A piora da dor com a ingesta de líquidos, a alteração na coloração da urina, o ardor ao urinar, e a irradiação da dor para os testículos ou grande lábios apontam para uma provável cólica renal. Nesses casos, há a necessidade de investigação com exame de imagem, e o melhor exame nessa situação é a Tomografia. Outros sintomas que justificam a realização de exames é a presença de febre ou vômitos.

Mas porque é tão importante diferenciar dor muscular de cólica renal? Um cálculo renal não diagnosticado pode levar, após algum tempo de obstrução, a perda irreversível do rim. Além disso, quando ocorre infecção urinária, a presença de um cálculo pode levar a quadro grave de sepse (infecção generalizada), com risco de morte.

Por fim, devemos lembrar também que além da cólica renal, outras doenças do rim também podem causar dor, como a pielonefrite (infecção do rim) e até mesmo o câncer de rim.

Cólica renal é a dor causada geralmente pela presença de pedra (cálculo) no rim ou ureter.

Incontinência urinária em mulheres
por marcelo Linhares


Incontinência urinária é definida como a perda involuntária de urina. Existem vários tipos, mas os 2 principais são a incontinência urinária de esforço e a incontinência urinária de urgência.

Incontinência urinária de esforço: Em geral ocorre em mulheres que já tiveram parto normal, mas pode acometer em quem já teve parto cesárea e até em quem nunca engravidou. As pacientes referem que quando fazem algum esforço com o abdome, a urina ”escapa”. Tipicamente, isso ocorre quando tossem, espirram ou fazem exercícios (na academia, por exemplo).

O motivo da perda de urina nesses casos é uma fraqueza dos músculos pélvicos e, principalmente, do esfíncter, o músculo que controla a saída de urina da bexiga. O diagnóstico é clínico, porém deve ser confirmado com um Estudo Urodinâmico, um exame que estuda a bexiga e o esfíncter. Nos casos mais leves, o tratamento pode ser tentado com fisioterapia para tentar fortalecer os músculos pélvicos. Nos casos mais graves, é necessário o tratamento com cirurgia, e existem várias técnicas.

Incontinência urinária de urgência: É conhecido como “bexiga hiperativa”. O que ocorre é que a bexiga apresenta contrações indevidas, que levam a perdas urinárias incontroláveis. A paciente sente um forte desejo de urinar imediatamente antes de a urina escapar. Tipicamente, referem que não dá nem tempo de chegar ao banheiro. Esse tipo de incontinência também tem seu diagnóstico confirmado por Estudo Urodinâmico; porém deve ser colhido exame de urina também, pois uma infecção urinária por si só já pode causar esse tipo de incontinência, de maneira transitória.

O tratamento da incontinência urinária de urgência é com medicações, e não com cirurgia.

Como vimos, os sintomas dos 2 principais tipos de incontinência urinária na mulher são diferentes, porém às vezes se confundem. A diferenciação entre os 2 é de extrema importância, pois um tipo é tratado com cirurgia, e o outro é tratado com remédios. Além disso, não é incomum a existência dos 2 tipos de incontinência em uma mesma paciente, tornando o tratamento um pouco mais complexo.

Incontinência urinária é definida como a perda involuntária de urina. Existem vários tipos, mas os 2 principais são a incontinência urinária de esforço e a incontinência urinária de urgência.

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